🇯🇵 Eu passei sete dias em Tóquio em fevereiro de 2025 e vou te contar tudo, inclusive as coisas que deram errado. Porque guia bonitinho todo mundo acha, agora quem vai te avisar que o assento aquecido da privada pode parar de funcionar no meio da viagem e você não vai ter a menor ideia do porquê, sou eu.

✈️ Foram 24h30min de voo no total pra chegar até lá. Onze horas até Frankfurt e mais treze e meia até o Japão, com um desvio imenso pra não passar em cima da Ucrânia e da Rússia. Eu nunca tinha tido jet lag na vida e dessa vez veio com tudo: no primeiro dia acordei às duas da manhã achando que já era hora de sair.

💡 Se você quiser pular direto pra alguma parte, o post está dividido por dia. E no final tem a seção de quanto custa, que é onde a maioria das dúvidas mora.

Quantos dias ficar em Tóquio

🗓️ Sete dias foi o que eu fiz e achei o número certo. Cinco dias você conhece o essencial correndo. Sete você conhece o essencial com calma, faz o bate-volta pro Monte Fuji e ainda sobra um dia livre.

⚠️ Uma coisa importante sobre o tempo total de viagem: com o voo saindo do Brasil você perde um dia inteiro na ida por causa da duração e do fuso. Então sete dias em Tóquio significam pedir mais ou menos nove dias de férias. Faz essa conta antes de comprar passagem.

Dia 1: chegada em Tóquio

✈️ Cheguei pelo aeroporto de Haneda, que é o mais perto do centro. Se você tiver escolha entre Haneda e Narita, escolhe Haneda, o deslocamento até a cidade é bem mais curto.

🏨 Fiquei no Mystays Premier Akasaka. Akasaka é um bairro tranquilo, bem servido de metrô e sem a loucura de Shinjuku ou Shibuya. Pra dormir, funciona muito bem.

🛏️ Primeiro choque cultural do hotel: os quartos no Japão costumam ser beeem pequenos. Segundo choque: é obrigatório tirar os sapatos. Terceiro, e esse é bom, os hotéis japoneses são cheios de mimos. Tem pijama disponível no quarto e uma quantidade absurda de produtinhos de banheiro, eu achei até cleansing oil.

😴 Dica de quem sofreu: não tenta encaixar passeio no dia da chegada. Você vai estar destruída. Faz check-in, dá uma volta no quarteirão, come alguma coisa e dorme.

Dia 2: Sensoji, Skytree e Mercado Tsukiji

Templo Sensoji

⛩️ O Sensoji, em Asakusa, é o templo mais antigo de Tóquio, construído em 645 d.C. É lindo e é lotado. As duas coisas ao mesmo tempo, o dia inteiro.

📸 Se você quer foto sem gente atrás, só tem um jeito: acordar cedo. Não tem truque, não tem segredo, é paciência e madrugada.

🎋 Lá tem o omikuji, aquele papelzinho da sorte. Eu tirei má sorte e tive que queimar o papel ali mesmo pra não levar comigo. Foi uma cena.

🍡 Na rua de acesso ao templo tem barraquinha de mochi de morango, que é o doce japonês de arroz com recheio de pasta de feijão. Tem também o famoso melon pan, que não tem nada a ver com melão, é um pão doce com chantilly. Confesso que não achei nada demais, achei bem normal.

Tokyo Skytree

🌁 A torre mais alta do Japão. A vista é impressionante e o prédio inteiro é um complexo com shopping, restaurante e lojas.

🎮 Dentro tem o Pokémon Center Skytree Town e o Kirby Café, que são paradas obrigatórias se você curte cultura pop japonesa, e diversão garantida mesmo se você não curtir.

Mercado Tsukiji

🦐 O Tsukiji é a antiga área do famoso mercado de peixe. Hoje é uma rua de barracas com frutos do mar, espetinhos, wagyu e lojinhas de produtos locais.

💴 Fica ligada em uma coisa: várias barracas do Tsukiji são só dinheiro. Tem placa de “cash only” espalhada. Vai com iene em espécie no bolso.

Almoço: Ichikakuya Ramen

🍜 Meu primeiro ramen no Japão. E a primeira grande derrota também: é muito difícil pegar macarrão com os palitinhos. Pedi garfo e eles simplesmente não tinham.

Dia 3: Meiji, Harajuku, Gotokuji e Shinjuku

Santuário Meiji

🌳 Construído em 1920, o Meiji fica dentro de uma floresta com mais de 100 mil árvores plantadas no meio de Tóquio. É um dos santuários xintoístas mais importantes da cidade e a sensação de silêncio ali dentro, com a cidade barulhenta do lado de fora, é surreal.

🍶 A parede de barris de saquê na entrada é uma das fotos mais conhecidas do Japão e vale a parada.

Harajuku e a Takeshita Street

🌈 Harajuku é o epicentro da moda e da cultura pop de Tóquio. A Takeshita Street é, nas minhas palavras, a 25 de Março de Tóquio: cosplay, bugiganga, loja de gachapon, doce colorido.

🍭 Compramos um algodão doce arco-íris e viramos atração turística. Gente parando pra tirar foto da gente.

Templo Gotokuji

🐱 O Gotokuji é o berço do maneki-neko, o gato da sorte japonês. São prateleiras e prateleiras de gatinhos brancos empilhados, é lindo e é diferente de tudo.

📍 Um alerta honesto: ele é bem mais distante do centro. Vale conferir se faz sentido no seu roteiro ou se você vai gastar meio dia de deslocamento.

Shinjuku e Kabukicho

🌃 À noite, Shinjuku é a cidade que você viu no filme. Letreiro em tudo quanto é lugar, o Godzilla gigante saindo de um prédio e a Don Quijote piscando na esquina.

🍶 O Omoide Yokocho é uma viela de micro bares que cabem tipo seis pessoas cada, cheia de lanterna laranja. É o cenário mais fotogênico de Shinjuku.

🍤 Almoçamos tempurá, que são as frituras japonesas de peixe, camarão e vários tipos de vegetais.

Dia 4: Nezu, Ueno, Ginza e teamLab

Templo Nezu

⛩️ Esse aqui é a minha recomendação pessoal do post. O Nezu tem um corredor de toriis vermelhos igual ao de Fushimi Inari, em Kyoto, só que vazio. Eu cheguei lá e não tinha ninguém. Em Kyoto, o mesmo tipo de corredor é caótico de lotado.

💎 Se você quer aquela foto clássica de túnel de toriis sem esperar quarenta minutos, o Nezu resolve.

Parque Ueno

🌿 Parque enorme, com lago, templo e vários museus. Dá pra passar o dia ou dar só uma volta, depende do seu ritmo.

Ginza

🛍️ O bairro de luxo de Tóquio. Prada, Dolce&Gabbana, Givenchy e, no meio disso, o maior UNIQLO do mundo, com 12 andares.

💰 E aqui vai uma verdade sobre o Japão: os preços de roupa, tênis, eletrônico, skincare e maquiagem são excelentes. Ginza vale tanto pela vitrine quanto pela compra de verdade.

Almoço: Kura Sushi

🍣 Sushi de esteira. É a opção mais barata pra comer sushi em restaurante no Japão, com pratos a partir de ¥150.

😅 Detalhe que eu descobri lá: os pratos ficam sob uma proteção que você levanta. O motivo é que as pessoas estavam lambendo e tocando a comida e depois devolvendo na esteira.

teamLab Borderless

🌌 Museu de arte digital imersiva. É completamente imperdível, apenas vão.

🧠 Aviso: você sai de lá com as energias sugadas e meio atordoado. É intenso.

🎟️ Importante: o teamLab funciona com ingresso por data e horário e esgota. Não dá pra chegar e comprar na hora. Compre com antecedência.

Tokyo Tower

🗼 Fechamos o dia na Tokyo Tower, que é a torre laranja clássica da cidade.

Dia 5: Akihabara e Shibuya

Akihabara

🎮 O bairro da eletrônica e da cultura pop. Loja de anime, mangá, game, máquina de garra e prédio inteiro de bugiganga.

💻 É ótimo pra comprar eletrônico, e tem loja de usado também. Vale a pena olhar iPhone, notebook, drone e câmera.

Cruzamento de Shibuya

🚦 O cruzamento mais famoso do mundo. Mais de duas mil pessoas atravessam ao mesmo tempo cada vez que o semáforo abre, e cerca de um milhão de pessoas passam por ali todos os dias.

🌙 Vá de dia e de noite. São experiências completamente diferentes.

Almoço: Gyukatsu Motomura

🥩 Esse foi um dos melhores da viagem. É uma carne empanada que vem crua e você grelha na hora, ali na sua mesa, numa pedra quente.

💵 O combo pequeno com refrigerante saiu R$ 96.

⏳ Tem bastante fila. Vá fora do horário de pico ou se prepare pra esperar.

Shibuya Sky

🌆 O mirante do momento em Tóquio. São dois andares divididos por uma escada rolante e um deck aberto no topo com chão de vidro.

📸 Nas esquinas do deck faz fila pra tirar foto, mas dá super pra fotografar em outros pontos sem esperar.

☁️ No meu dia estava nublado e eu não consegui ver o Monte Fuji do alto. Fica a torcida pro seu dia estar limpo.

🎟️ Assim como o teamLab, o Shibuya Sky trabalha com ingresso com data e horário marcados. Compre antes.

Dia 6: bate-volta para o Monte Fuji

🗻 Saímos às 6h da manhã de Tóquio e foi a melhor decisão da viagem inteira. Chegar cedo significa pegar o mirante vazio e o céu ainda limpo.

⛩️ O ponto principal é o Chureito Pagoda, no Arakurayama Sengen Park, em Fujiyoshida. É aquela foto clássica da pagoda vermelha de cinco andares com o Fuji nevado atrás.

🪜 Pra chegar no mirante tem que subir 400 degraus. Tem opção de rampa, mas a escada é mais rápida e eu achei tranquilo subir. Vale muito a pena.

⛩️ Na descida tem um torii onde dá pra fazer fotos lindas também, com o Fuji enquadrado bem no meio do vão.

🏘️ Depois fomos até a vila Saiko Iyashino-Sato Nenba, que é um vilarejo de casas com telhado de palha, reconstruído depois de um deslizamento causado por um tufão em 1966. Dá pra sentar no tatame e ver o Fuji pela janela aberta.

🏞️ E terminamos no Oishi Park, na beira do lago Kawaguchi, que é um dos cinco lagos que ficam em volta do Monte Fuji.

☁️ Aviso honesto: tem que dar muita sorte pra ver o vulcão. Ele passa muitos dias do ano coberto por nuvens. Não monte a viagem inteira em cima dessa foto.

🚗 Fizemos o passeio de carro, com a agência. Ir de transporte público até lá é um trampo grande, com várias baldeações.

🤖 À noite, fomos jantar no Dawn Robot Cafe, onde os pedidos são levados por robôs. E aqui vem a parte que ninguém conta: não são robôs autônomos, são pessoas operando os robôs remotamente, várias delas com mobilidade reduzida. O restaurante ganhou prêmio de diversidade e inclusão por causa disso, e saber a história muda completamente a experiência.

💵 Foi o mais caro da viagem: cerca de R$ 200 com um prato e uma bebida. Ele fica mais afastado do centro, e talvez por isso estivesse vazio mesmo com reserva.

Dia 7: dia livre

🎡 No meu roteiro esse era dia livre e eu escolhi passar o dia na DisneySea. Mas dá pra usar esse dia pra várias coisas: um parque, mais compras, um bairro que ficou de fora, ou simplesmente descansar, porque a essa altura você já andou muito.

Dicas práticas de Tóquio que eu queria ter sabido antes

Transporte: o cartão Suica

📱 Com o cartão Suica instalado na Apple Wallet, você passa nas catracas do metrô e do ônibus só encostando o celular. Funciona até com a tela bloqueada.

⚠️ Pelo que eu entendi, isso só funciona no iPhone. Quem tem Android precisa comprar um cartão Suica físico e recarregar.

🥤 E o Suica não serve só pro transporte: dá pra pagar com ele nas máquinas automáticas de bebida também.

🚇 Sobre o metrô de Tóquio: é absurdamente silencioso, mesmo super lotado. E é pontual de um jeito que a gente não entende. Se atrasa alguns segundos, eles pedem desculpas formais para os passageiros.

🎒 Nas estações tem armários (lockers) pra você guardar suas coisas, custando entre ¥500 e ¥600. Salva demais em dia de bagagem ou compra pesada.

Café da manhã: não pague pelo do hotel

🍙 Essa é a dica que mais economiza dinheiro. Não vale a pena pagar a mais por café da manhã de hotel no Japão.

🏪 O segredo é comer nas kombinis, as lojas de conveniência que tem em cada esquina. Tem sanduíche (que eles esquentam pra você), café, suco, e algumas têm até máquina de smoothie batido na hora. Snacks e itens de café da manhã ficam na faixa de ¥198 a ¥378.

Etiqueta japonesa: o que eu aprendi na marra

🙏 Diga “arigatou gozaimasu”, não só “arigatou”. Um morador me explicou que falar só “arigatou” pega mal, parece que você está se achando superior. O ideal são as duas palavras juntas.

🚫 Não use perfume em restaurante. Eles acham super rude.

🪑 Não sente no chão em espaço público. É considerado desleixo e anti-higiênico.

🍜 Faça barulho ao sugar o macarrão. Isso demonstra que você gostou da comida.

⛩️ Nos templos: faça uma reverência antes de passar pelo torii e passe pelo lado esquerdo. E antes de entrar, você precisa se purificar lavando as mãos e a boca na fonte.

💧 Nos restaurantes, eles costumam servir água ou chá de graça. Mas atenção: alguns restaurantes não deixam alguém sentar na mesa junto sem pedir prato, não dá pra pedir só uma bebida.

Compras

🛒 A Don Quijote é parada obrigatória, mas vá preparada, porque é uma poluição visual e sonora intensa.

💸 O Japão é muito barato em tênis, roupa, eletrônico, skincare e maquiagem.

Para o voo

🧦 Use meia de compressão no voo longo. Ela previne inchaço nas pernas e nos pés, reduz o risco de trombose venosa profunda, melhora o conforto durante o voo, acelera a recuperação depois e ajuda quem tem varizes ou histórico de má circulação. Com 24h30 de voo, faz diferença real.

Quando ir para Tóquio

❄️ Eu fui em fevereiro e recomendo com uma ressalva: faz frio de verdade e você precisa levar roupa adequada. Em compensação, os pontos turísticos estavam bem menos cheios do que na alta temporada, e o céu de inverno costuma ser mais limpo, o que ajuda na vista do Fuji.

🌸 Se o seu sonho é a cerejeira, o período é entre o fim de março e o começo de abril, e é a época mais concorrida e mais cara do ano.

🍁 O outono, de setembro a novembro, tem temperatura amena e as folhas avermelhadas.

🥵 O verão, de junho a agosto, é quente, úmido e com chuva. É o que eu menos recomendaria.

Quanto custa: os preços que eu anotei

💴 Eu não fiz um controle fechado de gasto por dia, mas anotei o preço de praticamente tudo que consumi. Todos os valores abaixo são de fevereiro de 2025, então use como referência e confira os atualizados antes de viajar.

O quêQuanto custou
Almoço no Gyukatsu Motomura (combo pequeno com refri)R$ 96
Jantar no Dawn Robot Cafe (prato + bebida)cerca de R$ 200
Prato no Kura Sushi (sushi de esteira)a partir de ¥150
Snacks e café da manhã em kombini¥198 a ¥378
Armário (locker) de estação¥500 a ¥600
Luva de conveniência que funciona no celular¥598
Souvenires de templo¥450 a ¥2.000

💡 O que dá pra concluir com isso: comer no Japão é relativamente barato se você usar kombini e sushi de esteira. O que encarece são os restaurantes temáticos e as experiências específicas.

Internet no Japão

📶 Eu usei o eSIM da Holafly e funcionou muito bem a viagem inteira. Você ativa antes de embarcar e já desce do avião com internet, sem precisar procurar loja de chip no aeroporto nem trocar o chip físico do celular.

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Onde ficar em Tóquio

🏨 Eu fiquei no Mystays Premier Akasaka e recomendo a região. Akasaka é central sem ser caótico, tem metrô fácil e é bem mais tranquilo pra dormir do que Shinjuku ou Shibuya.

🛏️ Outras regiões que funcionam bem: Shinjuku (se você quer estar no meio da agitação), Shibuya (jovem e movimentado) e Ueno (mais econômico e com bom acesso de metrô).

Fiz essa viagem com a Araya Expedições

🏔️ Eu fiz o Japão com a Araya Expedições e, sendo bem sincera, o que mais fez diferença foi não precisar resolver nada.

🎟️ Todos os ingressos foram comprados com antecedência pela agência. Isso parece detalhe, mas não é. O teamLab Borderless e o Shibuya Sky funcionam com ingresso por data e horário e esgotam. Muita gente chega em Tóquio e descobre que ficou de fora. A gente não teve esse problema em nenhum momento.

✅ O que está incluso na expedição:

👥 O grupo é de no máximo 10 pessoas, o que muda completamente a dinâmica em relação a excursão grande.

🚨 Na hora de fechar, peça o cupom ANDARILHAS pra garantir seu desconto.

📌 Uma observação importante e honesta: eu viajei em fevereiro de 2025, quando o pacote tinha 16 dias e incluía dias livres. A expedição atual foi reformulada e tem uma duração diferente, com o roteiro ajustado. Confirme com a agência o roteiro vigente antes de fechar, porque alguns lugares que eu mostro aqui eu visitei nos dias livres, por conta própria.

📲 Contato da Araya: @araya.expedicoes

Perguntas frequentes sobre Tóquio

Quantos dias são suficientes em Tóquio?

Cinco dias cobrem o essencial. Sete dias permitem conhecer com calma, fazer o bate-volta pro Monte Fuji e ainda ter um dia livre.

Precisa de visto para o Japão?

Brasileiros não precisam de visto para permanência de até 90 dias como turista, mas essa regra pode mudar. É necessário passaporte com no mínimo 6 meses de validade a partir da data de embarque. CNH e RG não são aceitos. Confirme as regras atualizadas antes de viajar.

Dá pra viajar pro Japão sem falar inglês nem japonês?

Dá, mas é mais trabalhoso. O Google Tradutor com câmera resolve boa parte dos cardápios e placas. Se você não quer lidar com isso, guia em português faz muita diferença.

Precisa levar dinheiro em espécie?

Sim. Cartão internacional é aceito nas grandes cidades, mas várias barracas de rua e lugares tradicionais são só dinheiro. O Tsukiji, por exemplo, tem várias barracas cash only.

Qual a melhor época pra ver o Monte Fuji?

Os meses de inverno costumam ter o céu mais limpo. Mas em qualquer época é sorte: o Fuji passa muitos dias do ano coberto por nuvens.

📍 Esse post faz parte da minha série sobre o Japão. Se você tiver qualquer dúvida sobre o roteiro, me manda que eu te ajudo.

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