O peso chileno assusta no começo. Você olha o preço de um café e vê um número de quatro dígitos. 😅

Depois de um ou dois dias você se acostuma, mas antes disso vale entender como o dinheiro funciona por lá, porque isso muda quanto você gasta de verdade.

💳 Chile é país de cartão

Essa é a primeira coisa que muda a cabeça de quem chega.

Santiago aceita cartão em praticamente tudo: restaurante, supermercado, farmácia, loja, aplicativo de transporte, museu. Você consegue passar a viagem inteira sem quase tocar em dinheiro vivo.

Isso é uma boa notícia, porque significa que você não precisa andar com uma bolada no bolso nem se preocupar em trocar tudo antes de embarcar.

🧳 O que eu levo: dois cartões internacionais

Eu sempre viajo com dois cartões internacionais, e não é excesso de cuidado, é experiência.

Às vezes um não passa. Pode ser bloqueio antifraude, pode ser a maquininha, pode ser o app fora do ar. Ter o segundo resolve na hora, sem drama.

E tem outro motivo bem prático: nem sempre o dinheiro está todo no mesmo lugar. Às vezes eu recebo por um e o saldo fica ali, então uso aquele.

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Não é sobre qual é o melhor. É sobre ter dois.

⚠️ A regra que economiza mais dinheiro: pague sempre em peso

Essa aqui vale o post inteiro.

Quando você passa o cartão, a maquininha às vezes pergunta se você quer pagar em peso chileno ou em real. Parece gentileza, mas não é.

Se você escolher real, quem faz a conversão é a maquininha, e ela usa uma cotação bem pior. Se você escolher peso, quem converte é o seu cartão, com uma cotação melhor.

👉 Sempre peso chileno. Sempre. Isso vale para maquininha, caixa eletrônico e site.

🧾 Sobre o IOF

Todo gasto internacional feito por brasileiro tem IOF, que é um imposto federal cobrado sobre operação de câmbio.

Eu não vou colocar a alíquota aqui de propósito: ela já mudou várias vezes nos últimos anos, e ainda tem banco que faz campanha temporária devolvendo o IOF em compras internacionais.

O que fazer: antes de viajar, confira no app do seu banco qual é o IOF hoje e se existe alguma campanha ativa. Cinco minutos de conferência podem mudar qual cartão vale mais a pena levar.

💵 E dinheiro vivo, precisa?

Um pouco, sim.

O que costuma pedir espécie: feira, artesanato, barraca de rua, gorjeta, banheiro público, e algum lugar pequeno que ainda não aceita cartão.

Você não precisa de muito. A ideia é ter o suficiente para o que é pequeno, não para a viagem toda.

⚠️ Não conte com pagar em real. Alguns lugares turísticos aceitam, mas a cotação é ruim e o troco volta em peso chileno de qualquer jeito. Você perde dinheiro duas vezes.

❌ Os erros mais comuns

💡 Como eu organizo, na prática

Dois cartões internacionais, um pouco de peso chileno em espécie para o miúdo, e o cartão de crédito guardado só como reserva de emergência.

Simples assim. O resto é besteira.

👉 Se você quer os números da viagem, valores reais do que eu gastei, isso está no post sobre quanto custa viajar para Santiago, que é o único do blog com preços e leva data de atualização.


💙 Links e cupons

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❄️ E os passeios?

Eu fiz meus passeios em Santiago com a Zerando o Chile, e uma vantagem prática é que você fecha tudo antes, em real, sem depender de dinheiro na hora.

Pra falar com eles, é só clicar aqui e chamar no WhatsApp e usar o cupom ANDARILHAS. 💙


Qualquer dúvida, me chama lá no Instagram @andarilhas. Boa viagem! 💙

🎥 Assista ao vlog da viagem

Mostrei tudo em vídeo: os passeios, onde eu me hospedei e onde eu comi em Santiago. 💙

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